WELCOME TO ALL

A JAZZ Blog da lhe as boas-vindas com muito prazer. Esperamos servi-lo cada vez melhor, sempre com conteúdos frescos e interessantes do quotidiano de todos. E aproveitamos para informar que estamos em alerta permanente quanto as questões e propostas de todos os leitores, para que a sua satisfação seja plena.







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Todos os dias nos deparamos com milhares de pessoas, seja na rua, no metro, comboio, autocarro, trabalho, café e ate nas nossas próprias casas!
Seguimos a risca os mais ridículos parâmetros sociais, que muitas das vezes contrariam a nossa natureza, se todos somos diferentes então porque parecemos todos iguais?
Temos a mesma necessidade, o afecto! Por isso vamos continuar o que o americano Juan Mann começou, e então sair da máquina de formatação em cadeia! Milhares de pessoas em todo o mundo e inclusive em Portugal já o fizeram Vamos dar um abraço, afinal é grátis!
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POR ISSO JUNTA-TE A NOS NO PROXIMO DIA 12 MARÇO ENTRE AS 14H00 E AS 17H00 AO PÉ DA ESTATUA DE FERNANDO PESSOA, BASTA LEVAR UM CARTÃO BRANCO E DO RESTO TRATAMOS NOS!
ATE LÁ =)

WTF is the world ?


Direitos que segundo a ONU são: direitos universais, direitos que assim o eram se todas as nações os divulgassem, mas perguntamos, porque não o fazem, porquê ocultar uma proclamação a que todos os cidadãos supostamente têm direito, o que mudaria, na nossa sociedade se esta atrocidade fosse impedida, se o “homem” tivesse esse conhecimento, não podemos divagar para tão longe, muito menos para o que nunca aconteceu, mas poderemos sim pressupor sobre um mundo cuja sociedade é constituída por cidadãos livres formando assim uma nação supostamente livre, não há necessidade de ir muito longe, vejamos Portugal, é uma nação livre, onde qualquer cidadão poderá reclamar por exemplo contra as horas de trabalho utilizando como trunfo a proclamação acima, das duas uma, ou vê as suas horas baixarem para menos, logo o salário também, ou poderá igualmente ignorar a proclamação, mas e se Portugal fosse um pais em desenvolvimento, em primeiro lugar nenhum trabalhador sabe da existência de qualquer direito sobre ele muito menos da existência de uma proclamação que eventualmente o possa proteger, mas e se soubesse, em primeiro ponto, nunca ninguém o tomaria como nota, pois como falei se a própria nação, não divulga a existência da proclamação como poderia um simples cidadão contra, lutar pelos direitos, simplesmente não pode, e voltando atrás quando falei acerca do porque de algumas nações ocultarem a existência da proclamação, encontramos a resposta nos lucros desses países, que todos pensamos quase não existirem, estamos enganados esses países lucram com a corrupção, e como hoje estamos numa sociedade de interesses, com que interesses lucrariam os indevidos corruptos para fazer chegar direitos a cidadãos explorados e escravizados, com 0% de lucro, dai o facto da “Declaração Universal Dos Direitos Do Homem” não chegar a todas as nações, assim explicado o silêncio das classes pobres, dos países em desenvolvimento, como poderiam falar sem conhecer!!


Porquê? Porquê ficar em silêncio quando miúdos de idades entre os 3 e 16 anos trabalham o triplo de horas de um adulto na União Europeia, será que quer mesmo continuar a ser cúmplice neste tipo de crimes, ora vejamos, você nunca roubaria um carro, ou tanto assaltaria uma bomba de gasolina, e muito menos entraria numa rede de raptos, então porquê ser o responsável pela morte de crianças, sim, crianças como os seus filhos, sobrinhos, ou simplesmente conhecidos.
Então que tipo de sociedade é a nossa, que tipo de formação foi a nossa; do meu pouco conhecimento que ate aqui adquiri consigo e posso dize-lo, que neste planeta em pleno séc. XXI, num novo século em que a explosão comercial aumentou quase 20 vezes mais do que no século passado, que o nosso conhecimento em novas matérias se desenvolve a uma velocidade alucinante, consigo dizer que ainda nascem pessoas que não sabem que o mundo é redondo, e ate que a água potável um dia acabará, muitas vezes nem a tem, estes confrontos são ridiculamente ignorados, como poderá uma sociedade em desenvolvimentos, ou seja uma sociedade pobre, com fome, alguns sem trabalho, outros a serem explorados, a corrupção a aumentar todos os dias, como, de que maneira esta sociedade consegue falar mais alto que todas estas injustiças, é impossível, pois estas pessoas nem sabem que tem direitos, estas sociedades não imaginam que existe um mundo para lá do que são obrigados ver.

E AGORA, COMO CHEGAR AO HAITI?


Todos somos "Precious"


O drama de Lee Daniels e com a produção de Oprah Winfrey e Tyler Perry baseado no romance “PUSH”, de Ramona Lofton (sob o pseudónimo Sapphire) que conta com a participação de Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton, Mariah Carey estriou a 11 de Fevereiro nos cinemas, a história de uma jovem afro-americana Clarice Precious Jones, com apenas 16 anos e com o liceu por terminar, Clarice encontra-se grávida do seu segundo filho, maltratada pela própria familia, a obesa e analfabeta jovem de Harlem, Nova Yorque é inserida através da sua assistente social num programa de alfabetização para adultos, é ai que Clarice, uma adolescente psicologicamente traumatizada encontra o amor-próprio, a amizade e o companheirismo que nunca teve, através de uma professora que se encontra determinada a demonstrar-lhe o quão preciosa é a vida.
Este filme independente conta com seis nomeações para aproxima edição dos Óscares, nas quais claro estão as de melhor filme e melhor realizador, destaco ainda os pequenos papéis de Mariah Carey e Lenny Kravitz, que estão totalmente irreconhecíveis.

TRAILER

The Old Lady

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Vou ser sincero consigo, seja lá quem for que vá ler esta publicação, mas neste momento a vontade de escrever, que se junta ao tempo, que por sua vez a falta de ideias e temas para publicar, encontra-se muito limitada, e o ilimitado pouco caprichado; quando decidimos escrever sentimo-nos por vezes ridículos, com o facto das ideias que poderão surgir acerca de nos; e peço já desculpa aos insensíveis pelo facto de esta publicação não servir os vossos critérios, mas a verdade é que a cena não me sai da mente.
Acabava de dar uma boa nova a minha mãe, que me deixara num estado de elucides que transpôs rapidamente para uma alucinação incandescente, algo descontrolada, no entanto o mundo continuava a girar, e se não gira-se nele, ele girava em torno do sol levando-me consigo mesmo contra minha vontade, mas não foi esse o motivo que me fez mover fisicamente como poderão crer, mas sim o tempo que passava por mim, e eu incapaz de acompanhar o seu ritmo, que acabara de desafiar, certamente pensarão, ele ganharia a corrida, claro que não, simplesmente porque o tempo não é humano, e por sua vez não erra, logo não se atrasa; bastou uma questão de escolha para vos estar a contar este episódio, entre o metro, meu fiel companheiro, e a 758, um perfeito desconhecido que se revelou um bom guia para outras maratonas aflitivas, sempre me considerei um explorador, desde o metro, comboio, eléctrico, carro e nesta noite em especial o autocarro, um explorador pois sinto através do olhar, gosto de descobrir uma vida por traz de uma piscadela de olho, um penteado daqueles embutidos em litros de laca ate ao mais vanguardista possível, a mãe a pilhas que leva a filha arrojada de tanta pressa que parece ter, e muitos outros seres mitológicos que certamente fazem parte do quotidiano de todos nos, a questão que se põe é: de onde vêem, quem são, o que sentem, e para onde vão? Eu não arriscaria pensar muito nessa questão, pois alem de não chegarmos a lugar algum, daríamos certamente em loucos, três paragens depois de eu ter entrado na Rua D. João V, e por sinal entrou muita gente nesta mesma paragem, eu vagueava precisamente em pensamentos aleatórios, aqueles que apenas servem para sentirmos que continuamos vivos, nada que faça valer a pena a vossa atenção, senti um tremer no braço que me deixou em sentido, uma senhora na casa dos 70 levanta-se para dar lugar a uma outra bem mais velha, cuja idade já absorveu todo o seu corpo físico e espera agora por uma sorte pior, ao ver este percalço na minha vida tento de seguida corrigi-lo, sem muito movimento e de forma pouco sonora, sentia-me verdadeiramente envergonhado, a senhora sentou-se muito agradecida, fui incapaz de continuar a viajem sentado, e disse a senhora que cedeu o seu lugar para se sentar no meu, e ela assim o fez, uma outra olhava para mim expressando de uma forma péssima o seu desagrado em relação a minha atitude, a minha viajem interior tinha me custado uma sentença social e arrogância por parte das pessoas da 758, o que posso dizer, não vi quando a senhora entrou, o tempo nunca espera, e desta vez tramou-me, enquanto continuava agora encostado entre os bancos e os empurrões, a senhora não a quem eu cedi o meu lugar, mas sim a quem eu devia ter prontamente cedido olha para mim, sorri, um sorriso lindíssimo, naqueles segundos senti em mim uma vaga de emoções, a beleza do rosto daquela mulher trazia-me calor ao peito, a sua boca mexia em gestos.
OBRIGADA.
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YOU THINK?

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O programa da FOX teve a sua primeira temporada em 2004, e já lá vão seis temporadas de puro entretenimento, onde um grupo de vinte concorrentes seleccionados entre outros milhares de bailarinos de vários estados da América compete entre si numa jornada onde não existem barreiras, onde a gravidade é sinónimo de rizada, e não podiam faltar claro os dramas habituais dos programas americanos! Os ídolos da dança percorrem os principais estados da América onde os júris empresários do ramo e coreógrafos famosos no mundo da dança e do espectáculo avaliam as várias performances apresentadas, umas bem criativas, uns simplesmente sem jeito, e aqueles que tem tudo o que é preciso para ser o próximo ídolo da dança, estes bailarinos muitos deles sem qualquer formação ou experiencia deixam os júris de queixo completamente caído, em cada gala será eliminado um concorrente ate restar apenas o melhor bailarino da América, o vencedor tem as portas abertas para um mundo de sonhos e concretizações.

AVEC: Tom Frager

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Tom Frager, de origem francesa nasceu em África a 1 de Julho de 1977. Cresceu em Guadalupe onde descobre a sua paixão pelo surf, e gradualmente se tornou o surfista mais bem sucedido da sua geração, entrou para a equipa francesa em 1994 e competiu por todo o mundo, depois de ganhar 10 vezes o campeonato de surf em Guadalupe Tom Frager decidiu virar-se um pouco para o mundo da música, e foi depois de uma tarde de surf que Tom e uns amigos compuseram as primeiras músicas, em 2002 o surfista e os amigos formam uma banda de reggae chamada Gwayav; depois de quatro anos juntos e da sua musica vaguear pelas praias e pelos ouvidos de muitos surfistas o grupo lança o seu primeiro álbum em 2006, o sucesso não é alto mas conseguem a participação em alguns festivais, em 2009 Tom Frager lança o segundo álbum (“Better Days”) onde estabelece reputação com o single “Lady Melody” e que lhes da presença em vários concertos pela costa finlandesa, onde apresentam um estilo de musica reggae, pop, soul e jazz.






Up and Dance

Blues Café



















Depois de um jantar entre amigos, e não sei se por estar junto de “jovens” actores me tenha divertido tanto, e digo “jovens” apenas porque começaram agora no meio visto que contamos nos nossos rostos longas histórias, desde a jovem Mafaldinha de 17 anos ate a nossa querida Anabela, uma lindíssima e grande Senhora; a cada vez que saio a noite em Lisboa sinto uma vontade que tento controlar, a vontade de percorrer a cidade num roteiro nocturno e incansável de descobrir lugares que preencham todo o meu Eu, onde possa imergir por um todo, mas voltando ao de cima de toda esta vontade calculista e pormenorizada sentida e sonhada pensada em todas as fórmulas e cálculos; desculpem-me mas não sei se por falta de conhecimento se por falta de atenção nunca me despertou a vontade de sair nas docas de Lisboa, nesta noite tivemos a sorte de ouvir uma voz adulta, feminina mas grave, decidindo assim seguir todo este conhecimento seguimos para as docas, concentrado não no que nos esperaria mas sim no que a companhia e algum ritmo nos faria sentir, a Maria outra jovem sonhadora encontrou um amigo que conhecia os seguranças do Blues, o que nos deu alguma facilidade a entrada nem que tenha sido a de não precisarmos de contribuir com 8€, o que a entrada me faria hesitar a saída seguramente o faria de imediato! Passei de uma entrada que transbordava de um ambiente soul, bossa nova, com aquele clima a jazz que revigorava nos anos dourados de Billie Holiday, tentar aliar o ambiente a música era fácil os anos 70 e 80 faziam se ouvir ecoando ate mim pelas cortinas de veludo vermelho, ao entrarmos para o espaço principal a decoração de toda estrutura subitamente bem caseira transforma-se em algo grandioso bem ao estilo colonial e se a imaginação vos der alguns frutos farão tal como eu fiz, darão por vocês a procura dos 5 velhotes revigorantes de etnia latino-americana um ao piano, o outro no trompete, o saxofonista claro, o baterista, aquele senhor cujo chapéu lhe cobre os olhos devido a posição, que claro concentra entre as pernas um contra baixo, o trombetista desliza no chão no sentido da vocalista, que veste um vestido Marilyn cozido ao corpo coberto de cristais e teima em sacudir as linhas penduradas da coxa ate aos joelhos, mas só encontrei colunas e uns ecrãs gigantes onde pairavam alguns hologramas, estava completamente domado ao espaço, a luz, a musica, a decoração e claro a companhia foram alguns dos fios condutores que ditaram toda a minha satisfação e felicidade.

O novo filme de António-Pedro Vasconcelos

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O mais recente sucesso de António-Pedro Vasconcelos estrio dia 21 de Janeiro onde encheu a sala do Cinema S. Jorge, como assim promete encher muitas outras por todo o país, a estreia oficial deu-se Quinta-Feira, 28 de Janeiro. Os actores Soraia Chaves e Marco D’Almeida darão vida a esta comédia romântica com uma pitada de crítica social, o filme trata a história de uma actriz de telenovela, Soraia Chaves, e o seu mirone de estimação, um paparazzi que persegue a famosa e polémica actriz para todo o lado captando todas as suas “gafes” rotineiras, o que resultará numa comédia romântica inesperada e louca.

O Best-Seller de 2009






O, The Oprah Magazine:

"O surgimento de um clássico: Quer seja lido pela beleza da linguagem, quer pela complexidade da historia, você vai-se apaixonar pelo adorável, generoso, quase transcendental romance de estreia de David Wroblewski, A história de Edgar Sawtelle."



Stephen King:

"Particularmente quem gosta de cães vai ficar fascinado, porque o mundo canino nunca foi explorado com tanta imaginação ou sensibilidade. Porém, não se trata de um romance sobre cachorros, mas sobre o coração humano e os mistérios que nele vivem — compreendidos, mas difíceis de articular. No entanto, em Edgar Sawtelle, um garoto mudo que leva três de seus cachorros em uma desafiadora e perigosa odisseia, Wroblewski articula esses mistérios, e de forma magnífica. (...) Enquanto o lia, pensei em Hamlet (claro!... e nessa versão Ofélia é uma cadela chamada Almondine), e em Watership Down, The Night of the Hunter, A vida de Pi... Mas depois da metade deixei de lado todas as comparações e permiti que o livro fosse o que era. (...) Maravilhoso, misterioso, longo e prazeroso: leitores que escolherem A história de Edgar Sawtelle entrarão em um mundo mais rico. Invejo a viagem que farão. Eu não releio muitos livros, porque a vida é curta demais. Vou reler esse."


The Washington Post Book Woorld:

"Um romance generoso, no qual é possível mergulhar, perder-se e, finalmente, voltar à tona, relutante, um pouco surpreso pelo fato de o mundo real ter continuado a girar enquanto você estava encantado. Você não conhece o autor. Aos 48 anos, David Wroblewski é um projetista de software do Colorado, e esse é seu primeiro romance. O empenho com que foi lançado era reservado pelo mundo editorial apenas a autores mais estabelecidos. Mas isso não é de admirar: A história de Edgar Sawtelle é uma leitura enorme, mas que não exige nenhum esforço, limitando-se aos elementos de uma cativante história de um rapaz mudo e seus cachorros. Eu sei que isso dispara alarmes: meninos com limitações e bichos de estimação podem resultar numa mistura tóxica de sentimentalismo. Mas Wroblewski escreve com tal elegância e energia, que Edgar Sawtelle jamais sucumbe a esse perigo. (...) Ao mesmo tempo terno e repleto de suspense. (...) A história quase toda nos chega por meio de uma voz transparente e hábil: o autor, o narrador, as páginas... tudo se dissolve quando mergulhamos nessa história sedutora. (...) A parte final é como uma furiosa tempestade de esperança e desforra, que leva o jovem Edgar a um destino que ele não merece, mas ao qual não resiste. É um final devastador... que transforma a história dessa pequena família em algo grandioso, inesquecível."