WELCOME TO ALL

A JAZZ Blog da lhe as boas-vindas com muito prazer. Esperamos servi-lo cada vez melhor, sempre com conteúdos frescos e interessantes do quotidiano de todos. E aproveitamos para informar que estamos em alerta permanente quanto as questões e propostas de todos os leitores, para que a sua satisfação seja plena.







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Up and Dance

Blues Café



















Depois de um jantar entre amigos, e não sei se por estar junto de “jovens” actores me tenha divertido tanto, e digo “jovens” apenas porque começaram agora no meio visto que contamos nos nossos rostos longas histórias, desde a jovem Mafaldinha de 17 anos ate a nossa querida Anabela, uma lindíssima e grande Senhora; a cada vez que saio a noite em Lisboa sinto uma vontade que tento controlar, a vontade de percorrer a cidade num roteiro nocturno e incansável de descobrir lugares que preencham todo o meu Eu, onde possa imergir por um todo, mas voltando ao de cima de toda esta vontade calculista e pormenorizada sentida e sonhada pensada em todas as fórmulas e cálculos; desculpem-me mas não sei se por falta de conhecimento se por falta de atenção nunca me despertou a vontade de sair nas docas de Lisboa, nesta noite tivemos a sorte de ouvir uma voz adulta, feminina mas grave, decidindo assim seguir todo este conhecimento seguimos para as docas, concentrado não no que nos esperaria mas sim no que a companhia e algum ritmo nos faria sentir, a Maria outra jovem sonhadora encontrou um amigo que conhecia os seguranças do Blues, o que nos deu alguma facilidade a entrada nem que tenha sido a de não precisarmos de contribuir com 8€, o que a entrada me faria hesitar a saída seguramente o faria de imediato! Passei de uma entrada que transbordava de um ambiente soul, bossa nova, com aquele clima a jazz que revigorava nos anos dourados de Billie Holiday, tentar aliar o ambiente a música era fácil os anos 70 e 80 faziam se ouvir ecoando ate mim pelas cortinas de veludo vermelho, ao entrarmos para o espaço principal a decoração de toda estrutura subitamente bem caseira transforma-se em algo grandioso bem ao estilo colonial e se a imaginação vos der alguns frutos farão tal como eu fiz, darão por vocês a procura dos 5 velhotes revigorantes de etnia latino-americana um ao piano, o outro no trompete, o saxofonista claro, o baterista, aquele senhor cujo chapéu lhe cobre os olhos devido a posição, que claro concentra entre as pernas um contra baixo, o trombetista desliza no chão no sentido da vocalista, que veste um vestido Marilyn cozido ao corpo coberto de cristais e teima em sacudir as linhas penduradas da coxa ate aos joelhos, mas só encontrei colunas e uns ecrãs gigantes onde pairavam alguns hologramas, estava completamente domado ao espaço, a luz, a musica, a decoração e claro a companhia foram alguns dos fios condutores que ditaram toda a minha satisfação e felicidade.

O novo filme de António-Pedro Vasconcelos

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O mais recente sucesso de António-Pedro Vasconcelos estrio dia 21 de Janeiro onde encheu a sala do Cinema S. Jorge, como assim promete encher muitas outras por todo o país, a estreia oficial deu-se Quinta-Feira, 28 de Janeiro. Os actores Soraia Chaves e Marco D’Almeida darão vida a esta comédia romântica com uma pitada de crítica social, o filme trata a história de uma actriz de telenovela, Soraia Chaves, e o seu mirone de estimação, um paparazzi que persegue a famosa e polémica actriz para todo o lado captando todas as suas “gafes” rotineiras, o que resultará numa comédia romântica inesperada e louca.

O Best-Seller de 2009






O, The Oprah Magazine:

"O surgimento de um clássico: Quer seja lido pela beleza da linguagem, quer pela complexidade da historia, você vai-se apaixonar pelo adorável, generoso, quase transcendental romance de estreia de David Wroblewski, A história de Edgar Sawtelle."



Stephen King:

"Particularmente quem gosta de cães vai ficar fascinado, porque o mundo canino nunca foi explorado com tanta imaginação ou sensibilidade. Porém, não se trata de um romance sobre cachorros, mas sobre o coração humano e os mistérios que nele vivem — compreendidos, mas difíceis de articular. No entanto, em Edgar Sawtelle, um garoto mudo que leva três de seus cachorros em uma desafiadora e perigosa odisseia, Wroblewski articula esses mistérios, e de forma magnífica. (...) Enquanto o lia, pensei em Hamlet (claro!... e nessa versão Ofélia é uma cadela chamada Almondine), e em Watership Down, The Night of the Hunter, A vida de Pi... Mas depois da metade deixei de lado todas as comparações e permiti que o livro fosse o que era. (...) Maravilhoso, misterioso, longo e prazeroso: leitores que escolherem A história de Edgar Sawtelle entrarão em um mundo mais rico. Invejo a viagem que farão. Eu não releio muitos livros, porque a vida é curta demais. Vou reler esse."


The Washington Post Book Woorld:

"Um romance generoso, no qual é possível mergulhar, perder-se e, finalmente, voltar à tona, relutante, um pouco surpreso pelo fato de o mundo real ter continuado a girar enquanto você estava encantado. Você não conhece o autor. Aos 48 anos, David Wroblewski é um projetista de software do Colorado, e esse é seu primeiro romance. O empenho com que foi lançado era reservado pelo mundo editorial apenas a autores mais estabelecidos. Mas isso não é de admirar: A história de Edgar Sawtelle é uma leitura enorme, mas que não exige nenhum esforço, limitando-se aos elementos de uma cativante história de um rapaz mudo e seus cachorros. Eu sei que isso dispara alarmes: meninos com limitações e bichos de estimação podem resultar numa mistura tóxica de sentimentalismo. Mas Wroblewski escreve com tal elegância e energia, que Edgar Sawtelle jamais sucumbe a esse perigo. (...) Ao mesmo tempo terno e repleto de suspense. (...) A história quase toda nos chega por meio de uma voz transparente e hábil: o autor, o narrador, as páginas... tudo se dissolve quando mergulhamos nessa história sedutora. (...) A parte final é como uma furiosa tempestade de esperança e desforra, que leva o jovem Edgar a um destino que ele não merece, mas ao qual não resiste. É um final devastador... que transforma a história dessa pequena família em algo grandioso, inesquecível."

The Philosophy of Gaga


Desde 2009 que a Lady Gaga chegou e arrasou (segundo os críticos), com o seu visual que deu um novo ar ao estilo pop-gruge, Miss. Gaga das terras de sua majestade não se limitou a imitar as estrelas de top, ela criou uma, desde o seu modo de vida extravagante, ate as letras compostas por ela e as acções em público que lhe deram o título de princesa da pop; temo que não seja fã o suficiente para falar sobre esta nova figura da cena pop, poderei sim afirmar que encontro nela um grande génio, pois sempre se soube que por traz de um génio a sempre um pouco de loucura; foi a umas semanas, estava na casa de um amigo que decidiu por a tocar uma variedade de música tirada do youtube, quando vejo que vai começar a escrever lady ga… olhei para ele com uma cara de desilusão, pois sempre fui um crítico muito severo quanto a este tipo de música e a maneira como actuam. Uma versão de piano da música paparazzi que esteve no top Americano entre as 5 melhores da Billboard, notamos logo de começo que a cantora domina bem o piano, provando ser mais do que aquilo que ela veste, como disse na entrevista que deu a globo quando esteve no Brasil, tornou assim uma música que para muitos poderia ser detestável, numa melodia trabalhada, que continua instável consoante a sua forma de fazer música, mas bela e ouvi vele a todos.

COMPANHIA OLGA RORIZ - ELECTRA, UM NOVO SOLO DE OLGA RORIZ



Estreia



«Ela é uma mulher assustadoramente presente na sua ausência. Ela nunca se expõe, apenas se dispõe.» Olga Roriz



Jan - 2010 28, 30 e 31

Electra surge de um longo percurso de solos da coreógrafa iniciados em 1988, onde em cada uma dessas criações se revela o cunho pessoal da autora / intérprete.Todos esses solos são fruto não do acaso ou circunstância mas sim de um encontro e confronto consigo própria. Os seus solos nascem de uma urgência, de uma evidente necessidade, da invasão de uma ideia que se instala e a impele a um desafio sem retorno. Assim surgiu a personagem de Electra talvez num sonho, colando-se à pele como uma saga. Pouco lhe importará a narração da história que a envolve mas sim os contornos dessa complexa personagem.

Coreografia e InterpretaçãoOlga Roriz
Dramaturgia, Selecção Musical e FigurinosOlga Roriz e Paulo Reis
MúsicaGavin Bryars, Eleni Karaindrou, Erik Honore/Jan Bang, Carlos Zíngaro, Benco & Hladnik, Richard Strauss
Cenografia e Direcção de ensaiosPaulo Reis
Desenho de luzClemente Cuba
Desenho de som, Pós-produção áudio e MontagemSérgio MilhanoTécnico de somMiguel Mendes

Técnico de luz Daniel Verdades

Assistente da direcçãoLaura Moura

Assistente de guarda-roupa, cenário e adereçosMaria RibeiroCostureiraFlorinda Inácio

Construção da cabeça de rinoceronteJoão Pedro Rodrigues

Director de produçãoPedro Quaresma

Produtora executivaTeresa Brito
Co-produção: Companhia Olga Roriz Teatro Nacional S. João OPARTApoio: Alfredo & Biquette

Apoio Institucional da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Garden

Rui Horta

“Garden” (jardim), traz-nos a mente a possibilidade de liberdade, mesmo confinado ao espaço físico e psicológico, é tornado num exercício. O fio condutor da obra centra-se entre o desejo e a possibilidade de realizar algo, o físico dita-nos os espaços de manobra que temos nos nossos sonhos, acabando por chegar a mais pura das emoções: O amor.

Criado em 1999 pelo coreografo Rui Horta, para o Nederlands Dans Theater II no Holland Festival, e apresentado na Dinamarca novamente para o NDDT e em Portugal para a Companhia Instável.

Sit and Eat

Lábios de Mosto





Origem do Nome

O Nome provem da conjugação milenar da arte da poesia aliada à arte de bem comer e serve o duplo propósito de homenagem ao que é o exlibris dos produtos portugueses - o Vinho - pela analogia com o mosto e, essa sim a grande homenagem,
a quem escreveu e a quem cantou esse poema exemplar..."Desfolhada".

Restaurante.

Situado numa das zonas mais movimentadas da cidade de Lisboa, o restaurante lábios de mosto traz ao chiado um toque bebop, com um ambiente cuidado a todo o pormenor, sentimo-nos como se fossemos peças integrantes da cena em questão, as zonas pequenas, apertadas, com paredes cobertas por cores quentes e de artistas (muitos sem nome) enchem-nos os olhos enquanto esperamos que notem a nossa presença, não tema todo este conjunto, lábios de mosto é um restaurante que joga entre a sofisticação e o clássico restaurante de bairro, só que desta vez com um cheirinho a jazz, nos menus notamos a mesma afirmação que nos fazem impor logo a entrada, simplicidade e sofisticação andam cada vez mais de braço dado, o aroma lounge que se faz sentir deixa nos numa harmonia quente e relaxada. Quanto a preços, não se acanhe, alem dos menus óptimos a surpresa é mesmo depois do café.

Telefone: +351 21 099 15 21
Telemóvel: 91 43 05 869/96 02 22 751
Rua da Oliveira ao Carmo, 47-511200 Lisboa

Teatro Nacional D. Maria II




Temporada
Jan – Mar 2010





Breve Sumário da História de Deus

Sala Garrett
08 de Jan a 31 de Jan 2010
4ª a Sáb. 21h30 Dom. 16h

Na hora de eleger o seu primeiro texto enquanto Director Artístico do TNSJ, Nuno Carinhas opta por regressar a Gil Vicente, depois de em 2007 ter organizado a extroversão de Beiras. A escolha incide sobre um auto de forte pendor religioso, escassamente frequentado por leitores e encenadores: Breve Sumário da História de Deus. Estreado na corte de D. João III “na era do Senhor de 1527”, o auto propõe um especioso mosaico de passos das Sagradas Escrituras – da Queda do Homem à Ressurreição de Cristo – e possui uma densidade retórica que, cruzando a exaltação lírica e o impulso satírico, amplia as potencialidades de representação muito para lá do mero intuito doutrinal.Da adoração de Abel à “voz que clama no deserto” de João Baptista, passando pelas provações de Job ou pelas profecias de Isaías, Vicente promove um casting bíblico para contar (usemos, para efeitos promocionais, o título de um dos blockbusters de Hollywood) a maior história de todos os tempos. Também habitado por figuras malignas e pelas alegorias do Mundo, do Tempo e da Morte, Breve Sumário da História de Deus revela-nos, afinal, a misteriosa condição de criaturas cuja desesperada humanidade se redime na esperança de Deus. De GIL VICENTE encenação e cenografia NUNO CARINHASfigurinos BERNARDO MONTEIROdesenho de luz NUNO MEIRA desenho de som FRANCISCO LEALvoz e elocução JOÃO HENRIQUES apoio dramatúrgico PEDRO SOBRADOapoio linguístico JOÃO VELOSOinterpretação ALBERTO MAGASSELA, ALEXANDRA GABRIEL, ANTÓNIO DURÃES, DANIEL PINTO, JOANA CARVALHO, JOÃO CARDOSO, JOÃO CASTRO, JOÃO PEDRO VAZ, JORGE MOTA, JOSÉ EDUARDO SILVA, LÍGIA ROQUE, MÁRIO SANTOS, MIGUEL LOUREIRO, PAULO FREIXINHO, PAULO CALATRÉ, PEDRO ALMENDRA, PEDRO FRIASassistência de encenação JOÃO CASTRO

produção TNSJ

M/12





Blackbird

Sala Estúdio
14 de Jan a 21 de Fev 2010
4ª a Sáb. 21h45 Dom. 16h15

Tiago Guedes encena uma peça do dramaturgo David Harrower, um dos autores-revelação da escrita para teatro. A sua primeira peça, Knives in Hens, foi estreada em 1995 (numa encenação de Philip Howard) e rapidamente obteve sucesso nos mais importantes palcos europeus. Blackbird (2005) foi produzida para o Festival Internacional de Edimburgo, conhecendo outras apresentações um pouco por todo o país, em Londres e Kingston.
Ray, 56 anos, é confrontado com o seu passado quando Una, 27 anos, aparece de surpresa no seu local de trabalho. Culpa, raiva, emoções fortes e cruas surgem enquanto eles relembram a relação apaixonada que ambos viveram há 15 anos atrás. Blackbird fala de um assunto delicado com sensibilidade e sem juízos morais, questiona os limites da nossa maneira de ver a vida, dos nossos tabus, das nossas concepções de amor e de abuso. De DAVID HARROWER tradução e encenação TIAGO GUEDEScenário e figurinos JOANA ROSA desenho de luz NUNO MEIRA com MIGUEL GUILHERME, ISABEL ABREU, CONSTANÇA ROSADO, FILIPA REBELO, MARGARIDA LOPES

produção TNDM II em colaboração com TAKE IT EASY




Rei Édipo

Sala Garrett
18 de Fev a 28 de Mar 2010
4ª a Sáb. 21h30 Dom. 16h

Escrita por Sófocles por volta de 427 a.C., Rei Édipo foi considerada por Aristóteles o mais perfeito exemplo de tragédia. No mito de Édipo, confrontamo-nos com as nossas perguntas sobre a identidade do poder, a ascensão e queda dos vitoriosos, a incerteza da vida, a relação entre o público e o privado, o desígnio do destino em oposição ao livre arbítrio. Jorge Silva Melo apresenta uma nova versão desta tragédia que é uma das peças mais adaptadas e interpretadas em todo o mundo.
A peste atinge a cidade. E o Rei Édipo quer saber porquê. Juntam-se as gentes à porta do palácio. E o Rei vem ter com a multidão e diz:
Nas ruas,há gemidos, cantos fúnebres, lamentos.Mas chora o quê a nossa cidade?Que esperais?
De pergunta em pergunta, de resposta em resposta, os enigmas vão caindo. Édipo quer saber. Quer saber que maldição paira sobre a sua cidade, quer saber quem é. Vai descobrir uma verdade tremenda. Esta é a tragédia do saber. A partir de SÓFOCLESversão e encenação JORGE SILVA MELOcenário e figurinos RITA LOPES ALVESmúsica original PEDRO CARNEIROluz PEDRO DOMINGOS com DIOGO INFANTE, LIA GAMA, VIRGÍLIO CASTELO, ANTÓNIO SIMÃO, PEDRO GIL, CÂNDIDO FERREIRA, JOSÉ NEVES, ANTÓNIO BANHA, AMÉRICO SILVA, DANIEL PINTO, DAVID PEREIRA BASTOS, ELMANO SANCHO, JOÃO MEIRELES, JOÃO MIGUEL RODRIGUES, JOAQUIM PEDRO, JOHN ROMÃO, MIGUEL TELMO, PEDRO LAMAS, PEDRO LUZINDRO, PEDRO CARDOSO, RUBEN TIAGO, TIAGO MATIAS, ANDRÉ PATRÍCIO, BERNARDO DE ALMEIDA, ESTÊVÃO ANTUNES, HUGO BETTENCOURT, HUGO SAMORA, JOÃO DELGADO, MANUEL SÁ PESSOA, MIGUEL AGUIAR, PEDRO MENDES, RICARDO BATISTA, TIAGO MATEUS as crianças BEATRIZ LOURENÇO, INÊS CONSTANTINO, MARGARIDA CORREIA E BEATRIZ MONTEIRO, INÊS ANTUNES, NEUSA CAMPOS os músicos ÂNGELA CARNEIRO, DAVID SILVA, MARCO FERNANDES co-produção TEATRO NACIONAL D. MARIA II / ARTISTAS UNIDOS em colaboração com a ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA




Robinson Crusoe

Sala Garrett
27 de Fev a 28 de Mar 2010
3ª a 6ª 11h Sáb. 16h Dom. 11h

Baseada n'A Vida e as Estranhas Aventuras de Robinson Crusoe, esta é uma peça inspirada na história verídica de um marinheiro escocês abandonado numa ilha do arquipélago Juan Fernández. O público é convidado a fazer uma viagem ao mundo fantástico criado por Patrícia Portela, a partir da obra de Daniel Dafoe e Michel Tournier, que nos leva até à ilha que acolheu os destroços do navio naufragado e o seu único sobrevivente: Robinson Crusoé.
Após o naufrágio do barco onde seguia viagem, Robinson Crusoe apercebe-se que é o único sobrevivente. Durante vinte e oito anos, Robinson aprende a sobreviver na solidão até encontrar outro homem: Sexta-Feira. Por entre privações e muitas peripécias, os dois vão viver aventuras emocionantes. Texto de PATRÍCIA PORTELA baseado no romance homónimo de DANIEL DEFOEencenação ÁLVARO CORREIA espaço cénico e figurinos JOSÉ CAPELAdesenho de luz JOSÉ ÁLVARO CORREIAdesenho de som e música original VICTOR JOAQUIM e RICARDO GUERREIROcom BRUNO HUCA, CARLA GOMES, MIGUEL RAPOSO, WAGNER BORGES, entre outros

produção TNDM II





Num dia igual aos outros

Sala Estúdio
11 de Mar a 18 de Abr 2010
4ª a Sáb. 21h45 Dom. 16h15

Marco Martins encena Num dia igual aos outros (On an Average Day), do dramaturgo americano John Kolvenbach, uma peça estreada no Comedy Theatre, em West End, protagonizada por Woody Harrelson e Kyle MacLachlan. Com uma obra para teatro apresentada um pouco por todo o mundo, John Kolvenbach assina este drama psicológico onde, influenciado por Sam Shepard, se traça o retrato de uma família disfuncional à procura da redenção.Dois irmãos, separados pelo tempo, reencontram-se após 23 anos e descobrem a verdade sobre o seu passado. No espaço fechado de uma sala onde a acção decorre em tempo real, entregam-se a uma viagem sobre as suas vidas onde recordam uma história negra sobre o misterioso desaparecimento do pai. Tradução MARCO MARTINS, NUNO LOPES e GONÇALO WADDINGTONfigurinos MARCO MARTINS, NUNO LOPES e GONÇALO WADDINGTONdesenho de luz NUNO MEIRA

com NUNO LOPES, GONÇALO WADDINGTON


produção TNDM II

Modo de utilização: Basta retirar a película com bastante força e ansiedade para, claro apimentar o estado de satisfação e prazer, mas cuidado com os hipertensos! De seguida procure uma sofisticada aparelhagem bem ao estilo Vespa Gang, Play, e relaxe o corpo numa Lounge Chair and Ottoman de Charles & Ray Eames, e o resto será um despertar de sentidos jamais explorados, um prazer que o obrigara a ouvir o álbum vezes sem conta, tantas quantas desejar que o seu transe não acabe.




Tracklist:


01. Eve St. Jones - Space Cowboy (3:28)
02. Karen Souza - Creep (3:33)
03. George White Group - Gypsy Woman (She's Homeless) (2:41)
04. Sarah Menescal - Don't Speak (4:14)
05. The Cooltrane Quartet - Wonderwall (4:09)
06. Jazzistics Feat. Karen Souza - Personal Jesus (3:19)
07. Urselle - Suicide Blonde (2:53)
08. Stella Starlight Trio - Black Hole Sun (3:39)
09. Anakelly - November Rain (4:20)
10. Jamie Lancaster - It Ain't Over Till It's Over (3:03)
11. 48 Th St. Collective - Missing (3:44)
12. Ituana - Smells Like Teen Spirit (4:22)