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Teatro Nacional D. Maria II




Temporada
Jan – Mar 2010





Breve Sumário da História de Deus

Sala Garrett
08 de Jan a 31 de Jan 2010
4ª a Sáb. 21h30 Dom. 16h

Na hora de eleger o seu primeiro texto enquanto Director Artístico do TNSJ, Nuno Carinhas opta por regressar a Gil Vicente, depois de em 2007 ter organizado a extroversão de Beiras. A escolha incide sobre um auto de forte pendor religioso, escassamente frequentado por leitores e encenadores: Breve Sumário da História de Deus. Estreado na corte de D. João III “na era do Senhor de 1527”, o auto propõe um especioso mosaico de passos das Sagradas Escrituras – da Queda do Homem à Ressurreição de Cristo – e possui uma densidade retórica que, cruzando a exaltação lírica e o impulso satírico, amplia as potencialidades de representação muito para lá do mero intuito doutrinal.Da adoração de Abel à “voz que clama no deserto” de João Baptista, passando pelas provações de Job ou pelas profecias de Isaías, Vicente promove um casting bíblico para contar (usemos, para efeitos promocionais, o título de um dos blockbusters de Hollywood) a maior história de todos os tempos. Também habitado por figuras malignas e pelas alegorias do Mundo, do Tempo e da Morte, Breve Sumário da História de Deus revela-nos, afinal, a misteriosa condição de criaturas cuja desesperada humanidade se redime na esperança de Deus. De GIL VICENTE encenação e cenografia NUNO CARINHASfigurinos BERNARDO MONTEIROdesenho de luz NUNO MEIRA desenho de som FRANCISCO LEALvoz e elocução JOÃO HENRIQUES apoio dramatúrgico PEDRO SOBRADOapoio linguístico JOÃO VELOSOinterpretação ALBERTO MAGASSELA, ALEXANDRA GABRIEL, ANTÓNIO DURÃES, DANIEL PINTO, JOANA CARVALHO, JOÃO CARDOSO, JOÃO CASTRO, JOÃO PEDRO VAZ, JORGE MOTA, JOSÉ EDUARDO SILVA, LÍGIA ROQUE, MÁRIO SANTOS, MIGUEL LOUREIRO, PAULO FREIXINHO, PAULO CALATRÉ, PEDRO ALMENDRA, PEDRO FRIASassistência de encenação JOÃO CASTRO

produção TNSJ

M/12





Blackbird

Sala Estúdio
14 de Jan a 21 de Fev 2010
4ª a Sáb. 21h45 Dom. 16h15

Tiago Guedes encena uma peça do dramaturgo David Harrower, um dos autores-revelação da escrita para teatro. A sua primeira peça, Knives in Hens, foi estreada em 1995 (numa encenação de Philip Howard) e rapidamente obteve sucesso nos mais importantes palcos europeus. Blackbird (2005) foi produzida para o Festival Internacional de Edimburgo, conhecendo outras apresentações um pouco por todo o país, em Londres e Kingston.
Ray, 56 anos, é confrontado com o seu passado quando Una, 27 anos, aparece de surpresa no seu local de trabalho. Culpa, raiva, emoções fortes e cruas surgem enquanto eles relembram a relação apaixonada que ambos viveram há 15 anos atrás. Blackbird fala de um assunto delicado com sensibilidade e sem juízos morais, questiona os limites da nossa maneira de ver a vida, dos nossos tabus, das nossas concepções de amor e de abuso. De DAVID HARROWER tradução e encenação TIAGO GUEDEScenário e figurinos JOANA ROSA desenho de luz NUNO MEIRA com MIGUEL GUILHERME, ISABEL ABREU, CONSTANÇA ROSADO, FILIPA REBELO, MARGARIDA LOPES

produção TNDM II em colaboração com TAKE IT EASY




Rei Édipo

Sala Garrett
18 de Fev a 28 de Mar 2010
4ª a Sáb. 21h30 Dom. 16h

Escrita por Sófocles por volta de 427 a.C., Rei Édipo foi considerada por Aristóteles o mais perfeito exemplo de tragédia. No mito de Édipo, confrontamo-nos com as nossas perguntas sobre a identidade do poder, a ascensão e queda dos vitoriosos, a incerteza da vida, a relação entre o público e o privado, o desígnio do destino em oposição ao livre arbítrio. Jorge Silva Melo apresenta uma nova versão desta tragédia que é uma das peças mais adaptadas e interpretadas em todo o mundo.
A peste atinge a cidade. E o Rei Édipo quer saber porquê. Juntam-se as gentes à porta do palácio. E o Rei vem ter com a multidão e diz:
Nas ruas,há gemidos, cantos fúnebres, lamentos.Mas chora o quê a nossa cidade?Que esperais?
De pergunta em pergunta, de resposta em resposta, os enigmas vão caindo. Édipo quer saber. Quer saber que maldição paira sobre a sua cidade, quer saber quem é. Vai descobrir uma verdade tremenda. Esta é a tragédia do saber. A partir de SÓFOCLESversão e encenação JORGE SILVA MELOcenário e figurinos RITA LOPES ALVESmúsica original PEDRO CARNEIROluz PEDRO DOMINGOS com DIOGO INFANTE, LIA GAMA, VIRGÍLIO CASTELO, ANTÓNIO SIMÃO, PEDRO GIL, CÂNDIDO FERREIRA, JOSÉ NEVES, ANTÓNIO BANHA, AMÉRICO SILVA, DANIEL PINTO, DAVID PEREIRA BASTOS, ELMANO SANCHO, JOÃO MEIRELES, JOÃO MIGUEL RODRIGUES, JOAQUIM PEDRO, JOHN ROMÃO, MIGUEL TELMO, PEDRO LAMAS, PEDRO LUZINDRO, PEDRO CARDOSO, RUBEN TIAGO, TIAGO MATIAS, ANDRÉ PATRÍCIO, BERNARDO DE ALMEIDA, ESTÊVÃO ANTUNES, HUGO BETTENCOURT, HUGO SAMORA, JOÃO DELGADO, MANUEL SÁ PESSOA, MIGUEL AGUIAR, PEDRO MENDES, RICARDO BATISTA, TIAGO MATEUS as crianças BEATRIZ LOURENÇO, INÊS CONSTANTINO, MARGARIDA CORREIA E BEATRIZ MONTEIRO, INÊS ANTUNES, NEUSA CAMPOS os músicos ÂNGELA CARNEIRO, DAVID SILVA, MARCO FERNANDES co-produção TEATRO NACIONAL D. MARIA II / ARTISTAS UNIDOS em colaboração com a ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA




Robinson Crusoe

Sala Garrett
27 de Fev a 28 de Mar 2010
3ª a 6ª 11h Sáb. 16h Dom. 11h

Baseada n'A Vida e as Estranhas Aventuras de Robinson Crusoe, esta é uma peça inspirada na história verídica de um marinheiro escocês abandonado numa ilha do arquipélago Juan Fernández. O público é convidado a fazer uma viagem ao mundo fantástico criado por Patrícia Portela, a partir da obra de Daniel Dafoe e Michel Tournier, que nos leva até à ilha que acolheu os destroços do navio naufragado e o seu único sobrevivente: Robinson Crusoé.
Após o naufrágio do barco onde seguia viagem, Robinson Crusoe apercebe-se que é o único sobrevivente. Durante vinte e oito anos, Robinson aprende a sobreviver na solidão até encontrar outro homem: Sexta-Feira. Por entre privações e muitas peripécias, os dois vão viver aventuras emocionantes. Texto de PATRÍCIA PORTELA baseado no romance homónimo de DANIEL DEFOEencenação ÁLVARO CORREIA espaço cénico e figurinos JOSÉ CAPELAdesenho de luz JOSÉ ÁLVARO CORREIAdesenho de som e música original VICTOR JOAQUIM e RICARDO GUERREIROcom BRUNO HUCA, CARLA GOMES, MIGUEL RAPOSO, WAGNER BORGES, entre outros

produção TNDM II





Num dia igual aos outros

Sala Estúdio
11 de Mar a 18 de Abr 2010
4ª a Sáb. 21h45 Dom. 16h15

Marco Martins encena Num dia igual aos outros (On an Average Day), do dramaturgo americano John Kolvenbach, uma peça estreada no Comedy Theatre, em West End, protagonizada por Woody Harrelson e Kyle MacLachlan. Com uma obra para teatro apresentada um pouco por todo o mundo, John Kolvenbach assina este drama psicológico onde, influenciado por Sam Shepard, se traça o retrato de uma família disfuncional à procura da redenção.Dois irmãos, separados pelo tempo, reencontram-se após 23 anos e descobrem a verdade sobre o seu passado. No espaço fechado de uma sala onde a acção decorre em tempo real, entregam-se a uma viagem sobre as suas vidas onde recordam uma história negra sobre o misterioso desaparecimento do pai. Tradução MARCO MARTINS, NUNO LOPES e GONÇALO WADDINGTONfigurinos MARCO MARTINS, NUNO LOPES e GONÇALO WADDINGTONdesenho de luz NUNO MEIRA

com NUNO LOPES, GONÇALO WADDINGTON


produção TNDM II

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